1 de junho de 2007

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Daí você reflete, analisa toda a situação, os prós, os contras, todos os seus conceitos sobre o que é amor e percebe que o príncipe encantado não passa de uma visão adolescente de “Romeu & Julieta”, que realmente é linda, mas dentro do universo Shakespeareriano.
Depois entra numa fase neurótica que consiste em achar que o mundo é um grande brejo e você está atolado nele até os joelhos. Começa a ficar cética e passa a criar situações bizarras que vão desde um auto-isolamento-feminista-xiíta até um pseudolesbianismo, que no fundo tem o mesmo contexto: Todo homem é um merda e o amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas.

Um comentário:

Vini Manfio disse...

tu tá mesmo desiludida né sil...
tá louco... sempre sobra para os homens
pois é
não deixas de ter razão